quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Bologna Ragazzi Award para o "Lá fora"

Chegaram notícias de Bolonha e são fantásticas:

"Lá Fora", o guia para descobrir a natureza do Planeta Tangerina, ganhou um Bologna Ragazzi Award na categoria "Opera Prima"!

O júri rendeu-se a este calhamaço que tão bem combina a informação científica com o lado mais lúdico, destacando a qualidade das ilustrações e do design gráfico.

A categoria OPERA PRIMA é reservada para trabalhos de autores ou ilustradores que publicam pela primeira vez. O prémio é atribuído "à excelência da pesquisa e realização de um produto editorial inovador."

Parabéns, pois, a todos os que participaram neste livro: autores, ilustrador, revisores científicos (são muitos e fantásticos) e ainda a toda a equipa do Planeta Tangerina que suou as estopinhas para tornar este livro possível.

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Planeta Tangerina won a Bologna Ragazzi Award in Opera Prima Category with "Out There: Guide to discover nature"... And we are so happy!

The Jury members – Claudia Soeffner (Germany), Stefano Salis (Italy), Dinah Fried (USA), Fanuel Hanan Diaz (Venezuela) - motivated their choice with the short declaration hereby: 

 “This dense volume is beautifully designed with elegant typography and a bold two-color palette. However, its true beauty lies in contrast of the traditional ‘guidebook’ format and clear scientific explanations with the playful and lyrical illustrations. Lá Fora book is an excellent solution to engage its readers and teach them to admire and respect everything "out there", just as the title suggests.”

Congratulations to everyone who participated: authors, illustrator, scientific reviewers and also to all Planeta Tangerina team.



sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

É então isto para crianças?

Nem sempre formulada da mesma maneira, esta é uma pergunta que ouvimos com frequência no Planeta Tangerina. Por vezes, a interrogação vem acompanhada por um certo espanto, uma espécie de revelação: "mas se eu gosto disto, como é que pode ser para crianças?"; outras, carregada de dúvida "mas têm a certeza de que isto é para crianças?"; outras ainda, a pergunta deixa mesmo de ser uma pergunta para se transformar numa afirmação um pouco indignada: "desculpem lá, mas isto não é para crianças".

Ora essa, não tem nada de pedir desculpa.

A verdade é que esta questão tem muito que se lhe diga, também gostamos de pensar nela e até já lhe dedicámos um texto, há uns tempos, num dos nossos catálogos.

“Para quem são os livros do Planeta Tangerina?" 
Nunca sabemos muito bem que resposta dar, porque a verdade é esta: sabemos que os nossos livros não são os clássicos livros para adultos (romances e afins), mas conhecemos muitos adultos, de perfeito juízo, que compram livros do Planeta Tangerina para oferecerem a outros adultos. 
Achamos que não é pelo facto de um livro ser ilustrado que deve (ou não) ser considerado para crianças. Não pensamos num leitor específico, quando estamos a trabalhar. 
Pensamos no mundo, nas coisas que nos emocionam, nas que são misteriosas ou que nos fazem rir, mas não num público em concreto... Custa-nos, aliás, aceitar que os livros tenham uma idade certa ou errada. Acreditamos mais que devem ser criados livremente e lançados ao ar. Quem os apanhar e gostar... é o leitor certo! 

O que acontece é que há muitas maneiras de nos fazermos ao mergulho, muitas maneiras de nos atirarmos à água:

Primeira pergunta: Porque vais mergulhar neste mar e não naquele?

Resposta (hesitante): Porque é para aqui que o meu corpo se inclina todo.

Segunda pergunta: Olha que pode haver piranhas, lodo... Tens a certeza de que há pé?

Resposta (gaguejante): Nem sempre... Mergulhamos aqui porque alguma coisa nos chamou. E pode ter sido um peixe quase transparente que vimos passar muito depressa, nada mais do que isso.

Terceira pergunta (muito, muito frequente): E pensam nas crianças quando estão a fazer os vossos livros?

Resposta politicamente correta: Claro que sim. As crianças estão sempre no nosso pensamento. Elas inspiram-nos todos os dias. Testamos todos os livros com elas e só os publicamos se elas nos sorrirem com os dentes todos no final.

Resposta sincera: Quase nunca. Podemos pensar em nós próprios, quando éramos crianças. Podemos lembrar-nos de pormenores das crianças que conhecemos. Podemos até ser inspirados por qualquer coisa que ouvimos uma criança dizer. Mas na altura de meter mãos à obra, criança não entra.

Quarta pergunta: Conhecem o alvo para o qual estão a trabalhar?

Resposta: Os leitores não são um alvo. Os leitores são atingidos todos os dias por toda a espécie de mensagens e precisam de descanso. Os livros é que devem ser o alvo dos leitores: tens bom aspeto, já te faço a folha, vou atirar-me às tuas páginas.


(Na foto: o Simão, no stand da Feira do Livro de Lisboa, agarrado a um livro que chamou por ele.)

Só uma nota final: quando começámos a trabalhar, a maior parte do trabalho que fazíamos tinha um ponto de partida diferente daquele que tem um livro. Tinha briefings, objetivos de comunicação, alvos muito concretos. E esta não é uma abordagem melhor ou pior, acontece apenas que com os livros o mergulho é diferente: um pouco mais às cegas, um pouco mais arriscado, um pouco mais espontâneo e, claro, de corpo inteiro... não há cá só pontinhas dos pés.

Tudo isto para dizer que é mesmo de não perder o colóquio comissariado por Inês Fonseca Santos que vai juntar na Gulbenkian criadores que trabalham para a infância, reunidos à volta da questão “o que é afinal uma criação para a infância?”.

Dias 9 e 10 de Fevereiro, a falar sobre livros, música, filmes e espetáculos estarão Serge Bloch, Davide Cali, João Fazenda, Catarina Sobral, Regina Pessoa, Afonso Cruz, B Fachada, Susana Ralha, Susana Menezes, entre muitos outros.

Vejam aqui o programa completo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Cem livros ilustrados de todos os tempos e lugares





Martin Salisbury é professor na Cambridge School of Arts e tem sido um dos grandes investigadores do álbum ilustrado. Depois de "Children's Picture Books —The Art of Visual Storytelling", que se debruça sobre a arte de contar histórias através das imagens, e "Playpen", dedicado a alguns dos novos nomes da ilustração, está quase a sair "100 Great Children's Picture Books", uma viagem pelo mundo dos livros ilustrados desde o início do século XX até aos nossos dias, onde podemos encontrar alguns dos títulos mais representativos de cada década, da autoria de artistas que são hoje grande clássicos, como Peter Newell, Bruno Munari, Leo Lionni, Edward Gorey, Tomi Ungerer, Kveta Pacovska ou Maurice Sendak.





Entre os livros da última década, Martin Salisbury escolheu, por exemplo, obras de Beatrice Alemagna, Kitty Crowther, Violeta Lopiz, Jon Klassen... e ainda um livro que, inevitavelmente, chamou a nossa atenção: esse grande clássico que se chama "Praia-mar", da autoria de Bernardo Carvalho, editado pelo Planeta Tangerina em 2011.

Uma edição Laurence King, para conhecer um pouco melhor aqui.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Miguel Esteves Cardoso sobre o "Lá Fora"

O grande MEC rendeu-se ao "Lá Fora"...
(e nós ficámos babados, claro!)


Lá Fora já é um livro sobre o mundo. Ser um original português é uma sorte para nós.

Como se chama quando se pega num livro destinado às crianças e se descobre, em cada página, uma coisa que não se sabia? Chama-se um milagre: um livro científico que estimula quem o lê e vê, tornando um prazer numa aprendizagem.

Ler mais no Público deste sábado que passou.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

"Daqui ninguém passa!": a revolução está na rua

Os blogues Jardim AssombradoHipopótamos na Lua atravessaram a fronteira que separa a página par da página ímpar e gritaram "a revolução está na rua!".


























E parece que gostaram bastante :-)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Treinos



quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

O Natal não são só novidades (2)

O "Lá fora" esperou ansiosamente pelo equinócio da primavera para se apresentar aos leitores. Ainda não passou por nenhum solstício de inverno (nem pelas festas que o sucedem) e seria uma pena que fosse esmagado pelas novidades um pouco eufóricas desta quadra.























Se não o virem nos lugares com mais destaque das livrarias, perguntem por ele. Porque é também um livro que, apesar de não ser uma novidade, é novo. E tem informações sobre a nossa natureza, as nossas espécies, os nosso lugares. E foi criado por uma grande equipa de biólogos (astrónomos, geólogos, botânicos, meteorologistas, ornitólogos, mamólogos, herpetólogos), todos eles portugueses, grandes especialistas nas suas áreas. E porque tem ilustrações (esmagadoras!) de Bernardo P. Carvalho.

Já agora, informamos: a primeira edição do "Lá Fora" esgotou em poucos meses. E a segunda edição, revista e melhorada como qualquer segunda edição que se preze, está já a caminho das melhores livrarias.

O Natal não são só novidades (1)

Pequeno lembrete para lembrar livros que não saíram nas semanas que antecedem o Natal e que merecem direito de antena, espaço de prateleira e, claro, a atenção dos leitores:




Nem sempre está arrumado na secção certa das livrarias.
Em algumas lojas é normal vê-lo junto a livros para crianças dos 3 aos 5 anos, entre livros de princesas da Disney ou livros de capa grossa made in China, com ratos e coelhinhos. O Edgar tem bom feitio e não vai desarrumar a loja toda por não estar no sítio certo, mas vocês, leitores persistentes, leitores que não desistem à primeira, não deixem de o procurar. Se não o virem, perguntem por ele, peçam-no, insistam.  Não se vão arrepender. Porque o Supergigante é um livro fantástico e não somos apenas nós a dizê-lo:

Sara Figueiredo Costa (Atual, Jornal Expresso, 12/07/2014):
O segundo romance de Ana Pessoa merece a repetição de todos os elogios. Em “Supergigante” uma narrativa onde a perda e a descoberta do primeiro amor se cruzam numa corrida, confirma-se o domínio do ritmo, o trabalho da linguagem e o desassombro no tratamento de temas difíceis. Bernardo Carvalho ilumina algumas passagens com ilustrações a preceito.


José Mário Silva, 26/07/2014 ***** 5 estrelas pelo jornal Expresso:

(...) o certo é que no fim, ou no princípio, a ordem não interessa, tudo se organiza e encaixa e faz sentido, é esse o milagre maior deste livro, tornar o caos da adolescência não só palpável, mas compreensível, belo na sua fragilidade, consegue-o a prosa subtilíssima e inteligente de Ana Pessoa, os seus diálogos tão verosímeis, mas também as ilustrações de Bernardo Carvalho, manchas de cor e silhuetas que captam as atmosferas certas (...)


Ana Dias Ferreira, 26/07/2014 ***** 5 estrelas pela revista Timeout:
Contado como uma torrente, uma corrida inquieta de um adolescente revoltado que é retratado nas ilustrações também irrequietas de Bernardo Carvalho, "Supergigante" está cheio de perda, mas também de amor, provando o que escreve logo no início que “o fim é o princípio de outra coisa qualquer”. E o que se torna impressionante, sobretudo quando se escreve para jovens leitores (...) é a forma como Ana Pessoa consegue exprimir a revolta por um mundo que parece não fazer sentido dando-lhe também uma toada de esperança.


Mais Supergigante, aqui. 

"Daqui ninguém passa!" (por aí a fazer estragos)


No Cadeirão Volaire, Sara Figueiredo Costa fez um aviso à navegação, dizendo que o "Daqui ninguém passa!" é um dos grandes livros do ano. Será?

No Bicho dos Livros, Andreia Brites diz que o "Daqui ninguém passa!" é qualquer coisa. Será?

O "Daqui ninguém passa!" também passou pelo jornal i, obrigando a jornalista Ana Kotowicz a "fazer parte de um movimento revolucionário pela defesa de igualdade entre as páginas pares e ímpares".

Quem anda há anos nesta coisa dos jornais e das revistas, sabe bem a importância de aparecer numa página ímpar. "Tem mais leitura" dizem uns. "É para onde os olhos fogem primeiro" dizem outros. "E são as mais caras" acrescenta um vendedor de publicidade. Seja qual for a explicação, há nesta história um general —  no fundo um pequeno ditador — que queria guardar as páginas ímpares deste livro só para ele. Nas folhas da esquerda podia andar quem quisesse, agora passar para o lado direito? Nem pensar. Claro que estas coisas das ditaduras nunca correm muito bem e as revoluções acontecem. Uma história absurda de comer e chorar por mais.


ABZZZ no Deus Me Livro


























Andreia Rasga escreveu as últimas linhas deste texto já de olhos fechados. Ninguém resiste aos poderes do ABZZZ:

Um teste à resistência das pálpebras em forma de abecedário. Uma luta contra o sono de A até Z. Um ABC ensonado cuja grande e poderosa missão é embalar até adormecer. Tal qual como acontece com o título do livro.
ABZZZZ…” (Planeta Tangerina, 2014) é um álbum ilustrado com poderes. No início, ou seja na letra A, todos mantemos os olhos bem abertos, mas, de bocejo em bocejo, o cérebro vai deixando o dia, as estrelas vão iluminando a noite e, mesmo quem finca-pé, como o gato, acaba por hibernar.

Ler a continuação no Deus Me Livro.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Invasão no DN!


Este sábado, o suplemento Mais Artes do Diário de Notícias sofreu uma invasão!
Com a garra a que já nos habituaram, as personagens do livro "Daqui ninguém passa!" entraram pela suplemento cultural adentro, perturbando o normal funcionamento das páginas e da informação séria que lá se encontrava.

Pedimos desculpa aos leitores do DN mas, é um facto, estas personagens estão absolutamente descontroladas e andam por aí  fazer diabruras, a pintar a manta ou o caneco, como lhe queiram chamar...

Aproveitamos para agradecer à jornalista Marina Almeida por lhes ter franqueado a entrada com tanta simpatia, evitando ajuntamentos ruidosos na capa, manifestações, confusões, palavras de ordem e lixo no chão... Uma multidão em fúria já se sabe do que é capaz!























segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Na Colômbia: "Irmão Lobo" entre os melhores do ano

A edição colombiana de "Irmão Lobo" foi escolhida pela revista cultural Arcadia, da Colômbia, como um dos melhores livros de 2014.






Pocas veces el derrumbe familiar esabarcado con ternura. Tal es el caso de Hermano Lobo, una novela juvenil escrita por la portuguesa Carla Maia de Almeida, ilustrada por su coterrâneo António Jorge Gonçalves, traducida por Jerónimo Pizarro. La historia es contada por Bolota, la hija menor de un matrimonio desgastado, y quien tiene visiones del mundo que no por ser infantiles dejan de ser particulares: piensa, por ejemplo, que su padre es algo así como el comandante de una triba, y tiene certeza de que a los 8 años el único tiempo que entendia era el del microondas. Su voz recorre todo el relato y, sin embargo, se bifurca: las páginas azules, en las que cuenta cómo empezó el debacle familiar, son intercaladas por capítulos en páginas blancas, donde déscribe, de forma lineal, un viaje en carro que hizo con su padre en busca de una casa en medio del campo. Las ilustraciones, además, son inquietantes: siempre en azul, negro y blanco, muestram escenarios vacíos, dormidos, melancólicos, que se complementam con el relato en el terreno de la memoria.


Parabéns Carla, parabéns António!
Parabéns também a Jerónimo Pizarro pela excelente tradução para espanhol.

"Hermano Lobo" está editado na Colômbia pelo Taller de Edición Rocca.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Jogos de tabuleiro

O Planeta Tangerina, em colaboração com a Morapiaf, desenvolveu dois jogos de tabuleiro.

Savannah Café
Uma corrida entre a gazela, o leão e o hipopótamo. A gazela é muito rápida mas tem de fugir do leão. O leão é feroz mas assusta-se com o rugido do hipopótamo. O hipopótamo é lento mas nada o faz parar. Quem chegará primeiro?




Space Walk
Naves em órbita que não podem cair nos buracos negros. 
Em cada planeta estão naves de diferentes jogadores. A primeira nave avança uma casa, a segunda duas casas, a terceira três casas e assim sucessivamente. Será que alguma vai cair num buraco negro?























Para dias de frio e chuva bem passados!
saber mais aqui e aqui.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Mais da festa













A nossa festa é a vossa festa








Adultos de cócoras durante horas?
Tesouras e papéis pelo chão?
Tubos de cola sem tampa?
Meninos a recortar papéis sem arredar pé?
Meninos sentados, de gatas, deitados, de barriga para o ar?
Meninos e pais a trabalhar?
Famílias inteiras a inventar histórias (acocoradas)?
Crianças a correr (porque nos dias de festa se corre)?
Adultos a conversar (com crianças a correr à volta)?
Mães entusiasmadas que não largam a tesoura (esta é minha!)?
Papéis por todo o lado?
Fatias de bolo e tarte?
Meninos a querer fugir dos ateliers e pais a querer ficar?
Um pouco de caos? (porque é dia de festa)

É uma festa do Planeta Tangerina com certeza.
No sábado, na SMUP, foi assim.
Venham mais vezes, a nossa festa é a vossa festa!

(E muito obrigado por terem vindo)








No Expresso


Esta semana, os críticos do suplemento "Atual" do jornal "Expresso" recomendam alguns livros como prendas de Natal. Sara Figueiredo Costa dá destaque ao ABZZZ:



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Made in China

Diz quem sabe que o mercado chinês de livros infantis é ainda muito tradicional. Que as mães lêem aos filhos os livros, quase sempre antigos e com fortes mensagens educativas, da sua infância, e que às livrarias chinesas chegam apenas os títulos estrangeiros que trazem já grandes prémios colados na capa. Mas algumas editoras começam a abrir exceções. E a editora de Pequim que decidiu editar quatro livros do Planeta Tangerina de uma só vez foi corajosa. Porque apesar de alguns destes livros trazerem prémios internacionais ("A Ilha", por exemplo, traz um selo Opera prima da Feira de Bolonha), não deixam, todos eles, de ser livros mais alternativos, com ilustrações menos convencionais e textos que nem sempre começam com "Era uma vez" ou apresentam morais muito evidentes.
O editor chinês responsável pela escolha deste catálogo acredita que os "novos" pais chineses têm hoje uma atitude diferente em relação aos filhos e procuram estar a par do que se faz de novo, mas tem noção do risco que corre (e por isso é tão corajoso).
Pode ser que seja apenas uma questão de moda ou de tendência de consumo, pode ser que não...  Por aqui, ficamos a torcer para que os leitores chineses gostem de sentir esta diferença e se deixem transformar por ela. Só assim será possível a esta e outras editoras continuar a abrir caminhos novos na edição para a infância.

Não sei como se diz "boa sorte" em chinês, mas se soubesse era isso que lhes diria.

























Ao contrário dos livros do Planeta Tangerina, que fazemos questão de imprimir sempre em gráficas portuguesas, estes são mesmo made in China.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

(E assim se resume a vida)
































Resultado do atelier "Daqui ninguém passa (sem dar voz a estes senhores)".
Festa do Planeta Tangerina na SMUP, Dezembro 2014.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Menu para sábado




























Estamos a preparar para a Festa do próximo sábado uma grande tarde de ateliers.
Para que saibam ao que vêm, do menu consta o seguinte:

RETRO-PROJE-TA-TE!
Um atelier de ilustração em que cada artista retroprojeta, orgulhoso, para toda a sala, a imagem por si criada.

DAQUI NINGUÉM PASSA (sem dar voz a estes senhores)
As personagens do livro "Daqui ninguém passa!" também vão dar um salto à SMUP. Neste atelier vamos dar-lhes palavras, silêncios, gritos, canções, o que nos apetecer.

ESTÁ NA HORA do ABZZZ
Quando chegar a hora da sesta, não obrigamos ninguém a dormir... mas quem quiser deitar as suas personagens em caminhas confortáveis, encontrará aqui todo o material necessário: lençóis, almofadas, edredons...

FAZ CLAP
Clap, Doing, Bong, Tchhhh... Inspirados pelo "Livro Clap", vamos ver o que pode acontecer enquanto se abre e fecha um livro...

DIA POSITIVO
Com acetatos, fita-colas, canetas e o que mais houver à mão, vamos criar diapositivos, que é como quem diz imagens transparentes para projetarmos numa tela. Todos precisamos muito de dias positivos, é ou não é?

CRIATURA INDEPENDENTE
E para quem estiver mais virado para trabalhar em modo livre, temos esta proposta em que criaturas independentes criam outras criaturas independentes...

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A ideia é que, durante a tarde, os participantes vão rodando pelas várias propostas, experimentando o que lhes for apetecendo.
A quem não apetecer nada disto, está no seu pleno direito! É sábado.

Lá vos esperamos...
Já este sábado, dia 6/ 12, entre as 16.00h e as 19.00h, na SMUP (junto à estação da CP da Parede).

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

No sábado vai haver festa


Amigos, 
vem aí mais uma festa do Planeta Tangerina!
Durante a tarde do próximo sábado, venham até à SMUP: entre as 16.00 e as 19.00 vamos ter vários ateliers a decorrer, a habitual mesa de comes-e-bebes-que-desaparece-num-piscar-de-olhos e uma banca com livros e ilustrações a preços de amigo. Venham ver todas as novidades ao vivo (porque não são poucas) e participar nos ateliers abertos durante toda a tarde.
Tal como ano passado esperamos por vocês na SMUP (junto à estação da Parede).
Até sábado!